• Conheça o overtraining sob a visão nutrológica

    Conheça o overtraining sob a visão nutrológica

    Chamamos de overtraining a prática excessiva de atividades físicas. Muitas podem ser as justificativas para isso: atingir metas, melhorar o desempenho ou alcançar objetivos em treinamentos e provas. No entanto, fazer mais exercícios do que seu corpo é capaz de suportar é extremamente prejudicial ao organismo.

    Acredita-se que de 20 a 60% dos atletas já sofreram alguma consequência do overtraining ao menos uma vez. Este é um dos motivos que tornam tão importante a conscientização sobre o assunto. No entanto, quando diagnosticado e tratado adequadamente, há maior chance de recuperação e menor risco de sofrer complicações mais sérias.

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    O que é o overtraining?

    O overtraining também é chamado de fadiga crônica e causa diversos efeitos adversos como lesões musculares e problemas nas articulações. O mais comum é a diminuição do desempenho, mas também podem ocorrer danos ao sistema imunológico e psicológico.

    Ele também está associado a distúrbios cardiovasculares, musculoesqueléticos, psiconeurológicos, hormonais e imunológicos.

    Entre suas causas estão déficit nutricional crônico, balanço energético negativo, depleção de glicogênio e carência vitamínico-mineral. Estes fatores podem contribuir para a deterioração da condição física causada pelo overtraining.

     

    Quais são outros sintomas do overtraining?

    A fadiga crônica reduz a performance em competições e causa incapacidade para manter o treinamento. Também pode haver catabolismo proteico, fadiga persistente, distúrbios do sono e alteração do humor e dos padrões de imunidade. Este último pode provocar aumento do risco de desenvolver infecções do trato respiratório superior.

    Também há relação entre o overtraining e alterações nos parâmetros endócrinos e bioquímicos do organismo.

     

    Como evitar o overtraining?

    Como o overtraining é considerado uma resposta ao estresse, a prevenção de fatores que o provoquem é imprescindível. É importante ter em mente que ele é precedido por uma fase inicial, chamada overreaching. Seus sintomas podem durar dias ou semanas, sendo menos persistentes que os de overtraining.

    Para manter o equilíbrio do organismo, é necessário respeitar os momentos de descanso e manter uma dieta equilibrada.

     

    Como tratar o overtraining?

    O tratamento da fadiga crônica requer a diminuição dos treinos. Casos mais graves exigem a suspensão total dos exercícios físicos. Para saber qual a medida ideal e iniciar a recuperação, é recomendado buscar acompanhamento médico. Além disso, também é benéfico o aconselhamento de um profissional de educação física, um nutricionista e um fisioterapeuta. A investigação dos sintomas do overreaching é capaz de determinar medidas preventivas que evitem o overtraining.

     

    Como a nutrição previne o overtraining?

    No caso de atletas, a nutrição visa munir o organismo com os nutrientes adequados para cada fase de treinamento. O equilíbrio corporal é resultado de uma alimentação rica em vitaminas, minerais e fitoquímicos essenciais para a performance, o rendimento e a recuperação após as atividades físicas.

    Para alcançar estes objetivos, o médico especializado poderá prescrever alguns suplementos esportivos, como glutamina, ácidos graxos e antioxidantes. O mesmo pode ser dito de prebioticos e probióticos para reduzir a absorção de substâncias tóxicas que podem sobrecarregar a função hepática. Sendo assim, a suplementação por conta própria é altamente contraindicada, pois pode causar danos ainda piores ao organismo.

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